sábado, 15 de outubro de 2011

Prepare for more natural disasters

A very interesting issue and if true makes you think that decisions should have more variables in the equation.

A volcanologist thinks that volcanic eruptions and earthquakes could become more frequent because of global warming

Read the full article at: http://on.ft.com/oDxCa8

segunda-feira, 18 de julho de 2011

A utilização da Nuvem para situaçãoes de Contingência

Será fácil de imaginar situações onde a nuvem da internet poderia ajudar quando importantes infra-estruturas de informação podem estar comprometidas.

A concretização de uma situação destas trará seguramente muitas vantagens e obstáculos. A sua concretização não será também fácil, mas uma coisa é certa, o paradigma do Disaster Recovery será seguramente alterado pelos tempos que se avizinham.

How to Use the Cloud as a Disaster Recovery Strategy
http://www.inc.com/guides/201106/how-to-use-the-cloud-as-a-disaster-recovery-strategy.html

sexta-feira, 1 de julho de 2011

DNP ISO Guia 73 Gestão do risco - Vocabulário

Finalmente temos em Portugal uma versão deste importante documento para a Gestão de Risco. Tendo participado na sua elaboração e envolvido nos trabalhos de tradução foi sem dúvida uma experiência muito rica e pedagógica.

Este é uma norma da ISO para a disciplina da Gestão de Risco, a primeiro de um conjunto de normas para esta área.

Poderei dizer que não foi unanime o entendimento sobre estas matérias entre os vários especialistas, mas este processo de se criar conhecimento é cheio de divergências e encontros.

Temos neste momento em Portugal um documento que irá, seguramente, possibilitar o avanço desta disciplina mas mais dúvidas surgirão e mais questões por responder aparecerão.

Espero nos próximos tempos contribuir com o meu comentário pessoal a este documento que ajudei a criar para que possamos todos aprender e melhorar a Gestão dos Riscos.

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Publish and be damned-Comment : European Risk Insurance Management News Commercial Risk Europe

Esta é um opinião interessante e avalizada por alguém que está na profissão de reportar sobre a Gestão de Risco, o Adrian Ladbury.

O seu último comentário poderá ser considerado senso comum, mas a gestão do risco é senso comum. O espírito critico e capacidade de discernimento são essenciais aos profissionais da gestão de risco.

http://www.commercialriskeurope.com/cre/780/56/Publish-and-be-damned-Comment/

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Japão admite que não estava preparado para lidar com desastre nuclear - TSF

Japão admite que não estava preparado para lidar com desastre nuclear - TSF

A gestão politica do Risco envolve muitas variáveis. Reconhecer que se está mal preparado para gerir determinados riscos é o primeio passo para uma boa gestão de riscos.

quarta-feira, 1 de junho de 2011

ONU diz que Japão substimou risco de tsunami nas centrais nucleares - Mundo - PUBLICO.PT

ONU diz que Japão substimou risco de tsunami nas centrais nucleares - Mundo - PUBLICO.PT

Um dos princípios basilares da Gestão dos Riscos é a sua reavaliação. Neste caso, mesmo as recomendações de melhoria decorrentes destas reavaliações não foram tidas em conta em tempo útil e de forma adequada.

A disciplina de Gestão dos Riscos procura resolver todos os riscos associados, mas há sempre algum risco que, por ventura, mais dificil de resolver do que seria político e socialmente desejável.

quinta-feira, 12 de maio de 2011

No immediate U.S. nuclear changes called for

A dificuldade em conseguir encontrar um equilíbrio entre o risco e as medidas de segurança é a grande questão nos profissionais do risco. Na área do risco publico esta decisão torna-se ainda mais complexa.

No imediata U.S. nuclear changes called for
http://www.cnn.com/2011/US/05/12/nuclear.changes/index.html


Sent from my iPad

segunda-feira, 9 de maio de 2011

How Fukushima failed

May 06 2011 4:52 PM GMT
How Fukushima failed
--
By Jonathan Soble and Mure Dickie
--
The world watched Japan in horror as explosions at a power plant provoked the worst nuclear accident in 25 years. Plant workers, inspectors and local residents tell their stories to Jonathan Soble and Mure Dickie

Read the full article at: http://www.ft.com/cms/s/2/5207d550-76b9-11e0-bd5d-00144feabdc0.html?ftcamp=rss



Sent from my iPad

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Kodak Develops Risk Framework | Security Management

Kodak Develops Risk Framework Security Management

Este é um interessante artigo como uma empresa, neste caso a Kodak, procurou estruturar a forma como trata com a panóplia de riscos a que está exposta.

É sem dúvida algo para reflexão nas organizações que procuram gerir todos os seus riscos de uma forma integrada.

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Unique Tsunami Alerting Device enters field testing - News & events - JRC - European Commission

Esta noticia de um projecto para detectar Tsunamis coloca-nos duas questões. Uma é que Portugal está numa zona de risco e portanto susceptível de vir a sofrer um impacto de uma tal ameaça. A outra é que esta consciência existe e há acções no terreno para prevenir danos de uma possível situação de catástrofe.

No entanto, não devemos ficar alarmados por tal ameaça nem descansados por já estarem a ser tomadas acções. Devemos sim ter um trabalho constante, quer individual quer corporativo, de análise dos riscos e ameaças que possamos enfrentar e desenvolver as correspondentes acções para minimizar os eventuais impactos das situações em questão.

Por outro lado, não posso deixar de manifestar o meu contentamento por ser patente a confiança das estruturas Europeias na capacidade das entidades Portuguesas.

http://ec.europa.eu/dgs/jrc/index.cfm?id=1410&obj_id=13210&dt_code=NWS&lang=en

terça-feira, 12 de abril de 2011

As imprevisibilidades das Crises

A questão principal na gestão de uma crise não é tanto a sua dimensão
ou extensão, mas é antes a sua imprevisibilidade.

Esta afirmação pode parecer uma verdade de La Palisse e eu concordo
com isso. No entanto são inumeras as situações de crise onde esta
verdade é ignorada.

Japan nuclear disaster tops scale
http://www.cnn.com/2011/WORLD/asiapcf/04/12/japan.nuclear.reactors/index.html


Sent from my iPad

sexta-feira, 8 de abril de 2011

A preparação para qualquer situação adversa passa por um cuidado Plano de Mitigação dos Riscos

As autoridades de saúde do Reino Unido definiram e apresentaram como vai ser o seu plano gestão de crise para a situação de Pandemia.

Este é um exemplo de uma boa abordagem de Gestão do Risco. Embora não possamos ter a certeza absoluta que este plano irá responder e debelar de uma forma cabal uma ameaça deste género, o primeiro passo para o conseguir é reconhecer o problema e começar a preparar cursos de acção.

UK influenza pandemic preparedness strategy 2011: strategy for consultation

Pandemic influenza is one of the most severe natural challenges likely to affect the UK, but sensible and proportionate preparation and collective action by the Government, essential services, business, the media, other public, private and voluntary organisations, and communities can help to mitigate its effects.

http://www.dh.gov.uk/en/Consultations/Liveconsultations/DH_125316

terça-feira, 5 de abril de 2011

Nuclear. Crise na central do Japão vai tornar-se pior do que Chernobyl

Há uma coisa que parece estar cada vez mais claro sobre esta situação. A falta de um plano claro e concreto para gerir a crise que se instalou. Ou a existir, a incapacidade de  dar respostas cabais para a debelação da catástrofe instalada, que é o mesmo que inexistência.

Como comentário às afirmações acima proferidas, apenas quero realçar que a Gestão dos Riscos de uma empresa deve compreender também a Gestão de Crises: Plano Pré-Emergência, Gestão da Emergência, Plano de Contingência/Continuidade do Negócio e Recuperação do Negócio.

http://www.ionline.pt/conteudo/115205-nuclear-crise-na-central-do-japao-vai-tornar-se-pior-do-que-chernobyl

quinta-feira, 31 de março de 2011

Este será sem sobra de dúvida um dos maiores sinistro de sempre originado numa só instalação.

iPúblicoHD:Crise nuclear pode custar à Tepco 130 mil milhões de dólares em indemnizações

Crise nuclear pode custar à Tepco 130 mil milhões de dólares em indemnizações

A Tokyo Electric Power Company (Tepco), operadora da central de Fukushima 1, poderá ter de pagar 130 mil milhões de dólares (92,2 mil milhões de euros) em indemnizações se a crise nuclear no Japão se arrastar por dois anos, estima hoje o Banco de investimento Merrill Lynch.

http://publico.pt/1487630

(Enviado por iPúblicoHD)

Sent from my iPad

quarta-feira, 30 de março de 2011

Financial Times: Tepco shares fall as executive hospitalised

Os riscos operacionais não devem ser negligenciados. A catástrofe é disso um bom exemplo tendo demonstrado que uma situação dessas pode levar ao colapso de uma empresa.

March 30 2011 6:03 AM GMT
Tepco shares fall as executive hospitalised
--
By Mure Dickie and Michiyo Nakamoto in Tokyo
--
Shares in Tokyo Electric Power continued to tumble on Wednesday falling another 17 per cent as the company at the centre of the worst nuclear accident in 25 years revealed that its chief executive has been hospitalised

Read the full article at: http://www.ft.com/cms/s/0/d2d8129c-5a2d-11e0-86d3-00144feab49a.html?ftcamp=rss



Sent from my iPad

domingo, 27 de março de 2011

O estabelecimento de critérios adequados de segurança ou risco é crítico para o desempenho de uma instalação.

Tokio no logra domar Fukushima



El accidente en la nuclear de Fukushima I ha sacudido los cimientos de la industria nuclear y ha dejado al descubierto debilidades de un sistema que se vendía como invulnerable. Más de dos semanas después del terremoto del 11 de marzo, Japón, la tercera economía del mundo, admite que no sabe cómo evolucionará el accidente, la contaminación radiactiva se extiende y ni siquiera ha sido capaz de devolver el suministro eléctrico a los seis reactores del complejo de Fukushima. El caso deja dudas sobre el diseño de las nucleares, la respuesta de Japón, la actuación del Organismo Internacional para la Energía Atómica (OIEA) y pinta de negro el pretendido renacer atómico.

Noticia enviada desde la aplicación iPad de El País


Sent from my iPad

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Um teste de stress

Numa recente notícia do WSJ online é relatada a preocupação da FSA, a autoridade dos serviços financeiros ingleses, sobre o grau de preparação das entidades bancárias contra riscos catastróficos.

A necessidade de qualquer organização, e em particular as empresas, estarem preparadas para situações adversas é uma realidade aceite na generalidade. Este importante desenvolvimento relatado nesta notícia é bem revelador da sua actualidade e do grau de exigência que é colocado
cada vez mais.

"Os Bancos Ingleses têm de estar preparados para as Catástrofes"
http://online.wsj.com/article_email/SB10001424052748704132204576136303790028750-lMyQjAxMTAxMDEwMjExNDIyWj.html

Esta é uma temática muito cara à comunidade da Gestão dos Riscos e com impactos na gestão das empresas.