quinta-feira, 31 de março de 2011

Este será sem sobra de dúvida um dos maiores sinistro de sempre originado numa só instalação.

iPúblicoHD:Crise nuclear pode custar à Tepco 130 mil milhões de dólares em indemnizações

Crise nuclear pode custar à Tepco 130 mil milhões de dólares em indemnizações

A Tokyo Electric Power Company (Tepco), operadora da central de Fukushima 1, poderá ter de pagar 130 mil milhões de dólares (92,2 mil milhões de euros) em indemnizações se a crise nuclear no Japão se arrastar por dois anos, estima hoje o Banco de investimento Merrill Lynch.

http://publico.pt/1487630

(Enviado por iPúblicoHD)

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quarta-feira, 30 de março de 2011

Financial Times: Tepco shares fall as executive hospitalised

Os riscos operacionais não devem ser negligenciados. A catástrofe é disso um bom exemplo tendo demonstrado que uma situação dessas pode levar ao colapso de uma empresa.

March 30 2011 6:03 AM GMT
Tepco shares fall as executive hospitalised
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By Mure Dickie and Michiyo Nakamoto in Tokyo
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Shares in Tokyo Electric Power continued to tumble on Wednesday falling another 17 per cent as the company at the centre of the worst nuclear accident in 25 years revealed that its chief executive has been hospitalised

Read the full article at: http://www.ft.com/cms/s/0/d2d8129c-5a2d-11e0-86d3-00144feab49a.html?ftcamp=rss



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domingo, 27 de março de 2011

O estabelecimento de critérios adequados de segurança ou risco é crítico para o desempenho de uma instalação.

Tokio no logra domar Fukushima



El accidente en la nuclear de Fukushima I ha sacudido los cimientos de la industria nuclear y ha dejado al descubierto debilidades de un sistema que se vendía como invulnerable. Más de dos semanas después del terremoto del 11 de marzo, Japón, la tercera economía del mundo, admite que no sabe cómo evolucionará el accidente, la contaminación radiactiva se extiende y ni siquiera ha sido capaz de devolver el suministro eléctrico a los seis reactores del complejo de Fukushima. El caso deja dudas sobre el diseño de las nucleares, la respuesta de Japón, la actuación del Organismo Internacional para la Energía Atómica (OIEA) y pinta de negro el pretendido renacer atómico.

Noticia enviada desde la aplicación iPad de El País


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